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Nome sujo: entenda o que é e saiba como evitar

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Nome Sujo: O ritmo fraco da economia — por conta da crise — torna a vida financeira do brasileiro ainda mais difícil.

O percentual de famílias inadimplentes no país atingiu o patamar de 24,1% em abril de 2017.

Esse índice é maior do que o calculado em março do mesmo ano, que fechou em 23,7%, e em abril de 2016, que atingiu 23,2%.

Esses dados indicam a parcela dos cidadãos que podem estar na desagradável situação de se encontrar com o nome sujo.

Mas, você sabe o que é estar com o nome sujo e como isso pode afetar a sua vida? Não? Então este post pode mudar isso.

Descubra o que — de fato — essa expressão significa e confira algumas dicas para não sofrer!

Nome sujo: o que isso significa?

Embora grande parte das pessoas tenham uma intensa preocupação em honrar as suas dívidas, ninguém está imune a situações emergenciais que causam desorganização da vida financeira.

Gerando atrasos nos pagamentos das contas.

Esse tipo de situação pode fazer com que você pare nos cadastrados de proteção ao crédito — como SPC e Serasa — constando o registro do seu CPF como de um mau pagador.

Isso é estar com o “nome sujo”.

Como isso pode me prejudicar?

Toda vez que vamos realizar uma compra ou qualquer outro serviço que dependa de concessão de crédito, é comum que o lojista e/ou o banco façam uma consulta nos órgãos de proteção ao crédito, a fim de verificar se essa transação é — realmente — segura.

Entretanto, se o seu nome foi incluído em um desses bancos de devedores, a liberação da venda, por exemplo, pode ser negada, pois o mercado não considera você um bom pagador.

Nesse contexto, para ficar mais claro, é bastante comum que as pessoas com o nome sujo tenham dificuldades em conseguir um cartão de crédito.

Pois como o princípio básico desse tipo de serviço é a confiança no pagamento futuro da fatura, e você é tido como mau pagador, torna mais difícil conseguir um.

Outro exemplo é a abertura dos conhecidos crediários em lojas.

Esse procedimento também é precedido de uma consulta ao SPC e Serasa, por exemplo, para garantir que é seguro fazer a venda ao consumidor.

Como saber se estou com o nome sujo?

Existem diversas maneiras de saber se você está com o nome sujo.

A mais desagradável delas, certamente, é a recusa de uma venda em uma loja.

Por isso, se você tem — ou teve há pouco tempo — algum débito em atraso, é recomendado verificar como anda o seu nome “na praça” para evitar futuros constrangimentos.

Vejamos algumas maneiras de fazer isso!

Boa Vista SCPC

Essa é uma alternativa online para consultar a situação do seu nome. O site oferece a possibilidade de o consumidor consultar gratuitamente o seu CPF.

Basta entrar na página e realizar o cadastro, fornecendo dados pessoais e demais informações solicitadas.

De maneira bem simples e rápida, o sistema realizará a busca em seus bancos de dados e informará se existem pendências em seu nome e qual a instituição solicitou esse tipo de registro.

Isso torna a solução mais fácil, pois você pode procurar pessoalmente e tentar solucionar o problema para que o seu nome seja retirado do cadastro.

Serasa consumidor

Semelhante ao SCPC, a Serasa também oferece a consulta gratuita da situação do CPF por meio de uma página na internet.

Basta que o consumidor acesse o site, efetue o cadastro e realize as confirmações necessárias para, então, ter acesso às informações referentes a lançamentos de débitos.

Caso nada seja encontrado, o sistema informará e ainda indicará outros serviços para melhorar a sua reputação financeira no mercado.

Como não sofrer com o “nome sujo”?

Na realidade, não existe uma receita para não ter o seu nome negativado, até porque todos nós estamos sujeitos a situações imprevisíveis e que podem comprometer seriamente as nossas finanças.

Contudo, em tempos de normalidade, algumas medidas podem ser tomadas para manter a sua saúde financeira e honrar as suas dívidas!

Fazer um orçamento pessoal e doméstico

Embora seja uma medida simples, ela pode ser crucial para mantê-lo organizado e com as contas no verde.

A chave para uma vida financeira estável e livre da bola de neve que as contas e os juros podem se tornar é ter organização e, principalmente, controle sobre as suas despesas.

Elaborar um orçamento pessoal e outro doméstico, por exemplo, pode ser uma medida interessante para que você possa separar as contas e visualizar como e quando o seu dinheiro é gasto.

Contas pessoais, fixas e eventuais devem ser listadas uma a uma, assim como aquelas despesas referentes ao ambiente doméstico, como contas de água, energia, internet, alimentação, entre outras.

No final, você perceberá onde pode reduzir gastos e, assim, manter as suas finanças sempre em dia.

Calcular o quanto pode dedicar mensalmente ao pagamento de dívidas

Aqui, a preocupação maior é com os novos déficits, pois os que já existem foram inseridos no planejamento da dica anterior.

Portanto, se você pensa em realizar uma nova dívida, é indispensável analisar a sua situação financeira.

Uma dica é averiguar as oscilações das contas passadas, afim de minimizar os riscos de que surpresas desagradáveis surjam.

É fundamental entender que nem todo o seu salário pode ser dedicado ao pagamento de dívidas, pois — como dissemos — situações extraordinárias ocorrem.

Nessas horas, é preciso ter alguma reserva para que as contas não se desorganizem e seu nome acabe nos órgãos de proteção ao crédito.

Por fim, planejar é o melhor remédio para não se ver com o nome sujo.

Organização é a chave para uma vida financeira tranquila.

Agora que você sabe o que essa expressão significa e as implicações dessa situação delicada, coloque as dicas listadas neste post em prática e evite passar por isso.

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