parcelas em atraso do financiamento

Parcelas em atraso do financiamento? Veja o que fazer!

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Afinal, como funciona o financiamento de veículo? É essencial saber disso para que você possa se livrar de juros abusivos e ainda de um processo de busca e apreensão do veículo. Confira agora as principais informações sobre o que fazer em caso de parcelas em atraso do financiamento!

Como funciona o financiamento de veículos?

O financiamento de veículo, seja ele usado, seminovo ou novo, pode ser feito por meio de uma relação entre uma pessoa física e um banco público ou privado.

Geralmente, é feito a partir de três modalidades, as quais conheceremos mais abaixo.

Dessa forma, a pessoa pode se dirigir diretamente ao banco de sua confiança e conversar com o gerente sobre as regras para fazer um financiamento naquela instituição financeira.

De antemão, você já deve saber que todas as parcelas de pagamento são criadas baseadas no seu potencial de ganho, ou seja, leva em consideração quanto você ganha mensalmente.

Outro ponto importante é destacar que a transação financeira é feita sem a intervenção da concessionária ou da montadora do veículo que você pretende adquirir.

Para você entender melhor, trataremos com mais detalhes sobre as três modalidades de financiamento de veículo. São elas: Crédito Direto ao Consumidor (CDC), Leasing e Consórcio.

3 Principais Modalidades de financiamento:

Os tipos ou modalidades de financiamento de veículo são três como já vimos anteriormente, e que agora passaremos a tratar com mais detalhes.

1. Crédito Direto ao Consumidor (CDC)

Através dessa modalidade, você consegue um crédito na forma de empréstimo do banco para que possa comprar o veículo que pretende.

É importante destacar que o veículo comprado ficará em sua posse, porém, alienado ao banco, isso significa que você não poderá vendê-lo antes de quitar todas as prestações que foram previamente acordadas no contrato.

Outro detalhe é que você poderá fazer o contrato diretamente com a instituição financeira, ou seja, o banco de sua escolha. E isso dispensará a intermediação da concessionária ou da montadora do veículo.

É nesse momento que você poderá negociar diretamente com o banco as taxas de juros, tendo sempre o cuidado para não cair em tramas abusivas.

Fique atento também por que essas taxas são fixas, e você já fica sabendo durante a assinatura do contrato, sendo que elas não poderão sofrer alterações ao longo do pagamento de todas as prestações.

2. Leasing

Nesta modalidade quem fará a compra do veículo não será você, e sim o banco ou qualquer instituição financeira que trabalhe com o chamado leasing. Nesta relação, você receberá o veículo como uma espécie de aluguel.

O veículo ficará registrado no nome da empresa e você deverá pagar mensalmente de acordo com o contrato todas as prestações. Apenas após a quitação de todas as parcelas é que o carro passará para seu controle.

É importante frisar que nesta relação também não haverá necessidade de intermediação da concessionária ou da montadora do veículo.

Um detalhe a destacar é que através do leasing você não conseguirá negociar as taxas de juros. De qualquer forma, elas também serão fixas e não deverão mudar ao longo do pagamento das prestações.

3. Consórcio

Na modalidade consórcio, existe uma empresa, que pode ser um banco, que cria um grupo de compradores de um determinado veículo.

Você deverá pagar mensalmente as prestações e só irá receber o veículo quando for sorteado, ou então, quando ofertar um lance e for premiado.

O lance é, na verdade, um adiantamento de diversas parcelas que estão por se vencer. Você será premiado caso o seu lance seja o maior dentre todos os ofertados. Assim, irá receber o veículo.

É bom que fique claro que na modalidade consórcio nas prestações não são fixados os juros, e dessa forma haverá variações de valores ao longo do pagamento das prestações.

Assim, se o preço do veículo aumenta, então o valor das prestações também aumentará. É importante destacar que caso o preço do veículo baixe, então você também terá uma redução nas prestações.

Existem diversos prazos para quitação de consórcio, sendo que alguns podem ser de 24 meses ou mais.

Dentro da prestação está embutida a taxa de administração, que cada empresa cobra e pode variar entre uma e outra.

Parcelas em Atraso do Financiamento? Saiba O que fazer!

Antes de você saber o que fazer sobre as parcelas atrasadas do financiamento do seu veículo, entenda sobre Juros Cobrados Além dos Permitidos pela Lei, os Juros Abusivos!

O que são juros abusivos?

Muitas pessoas acreditam que o assunto relativo ao juros abusivos é algo bem simples e que pode ser facilmente descoberto.

Baseado nessa afirmação, essas pessoas acreditam que exista um valor definido de juros, e se ultrapassar isso, então já são juros abusivos.

Esse pensamento não está totalmente incorreto, mas, na prática não é exatamente isso que acontece.

É preciso verificar o tipo de negociação, por exemplo, se você fez um financiamento do tipo CDC, leasing ou consórcio.

Cada um desses tipos possui suas próprias especificidades.

Assim, cada caso deve ser analisado individualmente, visto que não existe um valor determinado para indicar se os juros são ou não abusivos.

De qualquer forma, quando você imaginar que já pagou o que de fato devia, então poderá ser a luz acesa indicando a necessidade de uma ação revisional de contrato.

Veja como funciona o cartel de bancos quando o assunto é juros abusivos https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2018/07/12/ataides-oliveira-critica-juros-abusivos-e-aponta-cartel-de-bancos-no-brasil

Nesse caso, apenas profissionais poderão analisar detalhadamente o seu contrato e verificar a existência da cobrança de juros abusivos.

Você poderá aprender mais sobre cálculo de juros abusivos em http://www.maiscredit.com.br/como-fazer-calculo-de-juros-abusivos/

Quantas parcelas em atraso pode dar busca e apreensão?

É importante que durante as negociações para fechar um contrato de financiamento, você observe o valor de cada prestação de modo a ter plena certeza de que poderá pagar, e assim evitar parcelas em atraso.

Certamente muitas pessoas que adquiriram um veículo através de financiamento temem receber a notícia de busca e apreensão.

Afinal, por mais que se programe e tenha plena certeza de que poderá quitar as parcelas, ainda assim poderá haver contratempos financeiros.

É importante destacar que os casos relativos a busca e apreensão de veículo devem ser tratados individualmente, isto porque, existe a possibilidade de fazer negociações extrajudiciais com a instituição financeira.

De qualquer forma, para você que deseja saber quantas parcelas em atraso pode dar busca e apreensão, saiba que após três parcelas atrasadas, aumenta-se grandemente as chances de vocẽ sofrer busca e apreensão.

O que fazer se as parcelas do seu financiamento estiverem atrasadas?

Não há dúvida de que primeiro passo a dar é respirar fundo e manter a calma.

Tenha em mente de que de nada adiantará virar a cabeça para os boletos que estão se acumulando por toda parte de sua casa.

Se o seu orçamento já não contempla mais o pagamento do financiamento do veículo, e assim já existem parcelas atrasadas, então é inteligente buscar uma conversa franca com o gerente da instituição no intuito de renegociar a dívida.

Uma opção é você propor aumentar o prazo de quitação para então diminuir o valor da prestação, de modo a caber em seu bolso.

Outra opção interessante e que muitos a utilizam, é a possibilidade de vender o seu veículo, e junto com este, a dívida também.

É sempre bom lembrar que, caso não consiga resolver o problema da inadimplência, o seu veículo poderá sofrer busca e apreensão, visto que o seu veículo está alienado ao banco como uma espécie de garantia.

E nunca esqueça que três parcelas atrasadas já coloca em risco e induz o banco a protocolar um processo de busca e apreensão de seu veículo.

Por fim, existe uma última alternativa: Buscar especialistas que possam fazer uma análise do seu contrato de financiamento de veículo para descobrir se existem juros abusivos que te impedem de quitar a dívida.

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