dúvidas comuns sobre burocracia com veículos

8 dúvidas comuns sobre burocracia com veículos

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Quer descobrir as 8 dúvidas comuns sobre burocracia com veículos? São muitas as dúvidas que surgem na hora de vender, comprar ou trocar de carro.

Se você está no meio de um desses processos, já deve ter se deparado com algumas das perguntas abaixo:

  • O que eu posso fazer para encaixar as prestações no meu orçamento?
  • Como fechar um contrato com uma taxa de juros que não seja abusiva?
  • Qual seria um bom valor para investir como entrada na hora de financiar?
  • O que devo fazer para transferir a propriedade do veículo?

A burocracia com veículos pode ser cansativa, as questões são várias, mas é bem importante responder a todas elas, fazer as contas certas e pesquisar as diferentes possibilidades, antes de tomar suas decisões.

Com atenção aos detalhes e um tanto de informação, você evita que o sonho do carro próprio se transforme no pesadelo de uma dívida difícil de bancar.

Neste artigo, reunimos 8 dúvidas frequentes para quem está prestes a iniciar um processo de compra, venda, transferência ou financiamento de um veículo.

Entenda melhor a burocracia com veículos e fique muito mais preparado para fechar bons negócios.

8 dúvidas comuns sobre burocracia com veículos

Vamos as 8 principais dúvidas mais comuns que recebemos todos os dias de nossos clientes referente a burocracias com veículos.

Como não temos quase nenhuma burocracia no Brasil – risos – listamos as 8 principais e mais comuns. Então vamos a elas:

1. O que é indispensável para financiar um veículo?

Os critérios variam dependendo do banco ou financeira com quem você vai negociar.

Mas é obrigatório que você não tenha débitos pendentes em seu nome, com registro no SPC ou SCPC, por exemplo.

Em situações assim, o financiamento costuma ser recusado logo de início. Também não é comum no mercado brasileiro o financiamento sem entrada.

Por isso, é importante ter um montante já reservado para dar de entrada, antes de iniciar a procura pelo veículo dos sonhos que caiba no seu bolso.

2. Qual valor ideal de entrada em um veículo?

Não existe uma tabela definida para isso. Informalmente, para financiamento de carros, o valor considerado mínimo pelo mercado para investir como entrada é de 20% do valor total do veículo.

Mas, se for possível, pode valer a pena investir um pouco mais na entrada para conseguir negociar prestações mensais mais baixas.

O valor da entrada vai interferir diretamente na taxa de juros que você vai conseguir aprovar junto ao banco. Quanto mais alta a entrada, menores os juros.

3. Como conseguir uma taxa de juros mais baixa?

É importante entender que as taxas de juros não são fixas.

Elas mudam anualmente ou até mensalmente, dependendo do banco ou da financeira.

Mas você deve permanecer atento a três fatores que terão influência direta nessas taxas. São eles:

  • o ano do veículo que será financiado;
  • a quantidade de parcelas;
  • o valor da entrada.

Isso significa que, se você pretende comprar um carro muito velho, é provável que tenha taxas de juros mais altas.

Isso acontece por um motivo: quanto mais velho é o carro, mais chances existem de que o veículo enfrente problemas mecânicos, o que pode tornar a manutenção cara e influenciar no pagamento das prestações.

Por garantia, as financiadoras preferem aumentar os juros.

Financiar em muitos meses também significa juros mais altos.

Como já explicado no tópico acima, vale a pena fazer um planejamento financeiro e economizar para dar uma boa entrada na hora da compra do veículo, assim você consegue parcelar em menos vezes e com menos juros.

4. Qual a prestação máxima que posso assumir?

A regra geral é que a prestação do carro comprometa no máximo 30% da sua renda mensal. Esse é o critério seguido pelos bancos na hora de autorizar o financiamento.

Quando essa barreira é ultrapassada, há mais chances de o financiamento ser recusado.

5. Posso juntar a minha renda com a de outra pessoa para financiar o veículo?

Sim, se você quer comprar um carro mais caro, em prestações que comprometeriam mais de 30% da sua renda, pode declarar sua renda junto com a de outra pessoa para facilitar a autorização do financiamento.

Mas a soma de duas rendas só é possível caso vocês sejam casados ou tenham uma união estável.

Não é possível juntar renda com os pais ou irmãos, mesmo que vocês morem juntos.

6. Quais são as idades máxima e mínima para financiar um carro?

Na hora de aprovar um financiamento de veículo, bancos e financeiras estabelecem alguns critérios para reduzir os riscos de inadimplência.

A regra geral é que, para conseguir financiar o carro, você tenha no mínimo 18 anos e no máximo 70 anos.

Mas no geral, é difícil conseguir uma aprovação quando ainda se é menor de 20 anos.

Se você não está na faixa etária ideal, pode buscar um avalista, com quem tenha parentesco de primeiro grau, para que seu financiamento tenha mais chances de ser aprovado.

7. Posso transferir meu financiamento para outra pessoa?

Sim, você pode vender a parte já paga do seu veículo e fazer a transferência do restante do financiamento para o novo proprietário.

Esse procedimento se chama cessão de direito.

Mas, para conseguir a aprovação do banco, o perfil da pessoa para quem você pretende transferir o financiamento deve ser equivalente ou melhor que o seu.

Será feita uma análise de crédito do possível novo proprietário, para avaliar renda, débitos na praça e outros aspectos.

O banco pode aceitar ou recusar o seu pedido de transferência com base nessa avaliação.

8. De quem é a responsabilidade pela transferência do veículo para o novo proprietário?

No momento em que é concretizada a venda do veículo, seja carro ou moto, é necessário realizar a transferência do bem para o novo proprietário.

É esse procedimento que vai possibilitar ao novo dono do veículo a contratação de serviços como seguro, ao mesmo tempo em que vai evitar que o antigo proprietário seja responsabilizado por multas quando já não estava mais na posse do veículo.

O procedimento de transferência será, quase todo, realizado pelo comprador.

Mas o vendedor deve assinar o Certificado de Registro de Veículo (CRV), também conhecido como recibo de venda, reconhecer firma em cartório e informar uma unidade regional do Detran sobre a venda realizada.

Essa comunicação da venda deve ser realizada no máximo 30 dias após a venda e não envolve custos.

Com o CRV assinado em mãos, o novo proprietário deve ingressar com um Pedido de Transferência de Propriedade no Detran de sua cidade.

Mas fique atento! Antes de iniciar esse processo, é obrigatória a quitação de todos os débitos relacionados ao veículo.

Por isso, é fundamental fazer uma análise da situação do carro e débitos pendentes antes de fechar qualquer compra.

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